sábado, 8 de dezembro de 2012

O Jovem Espírita quer saber - NAMORO



NAMORO

1 – O que é o namoro? Sob a ótica espírita, esta etapa da vida ganha maior importância?

O namoro é uma fase de encantamento em que descobrimos, em nós mesmos e no outro, motivos para uma energia efetiva que vai além da amizade. Pesquisando no site do CVDEE (Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo), encontramos a citação de três componentes fundamentais no namoro: apaixonamento (gostar de verdade); intimidade (conhecer profundamente o outro) e compromisso (comprometimento com o outro).

O Espírito Joanna de Ângelis nos mostra a importância do namoro, ao dizer que ele é “uma necessidade psicológica, parte importante do desenvolvimento da personalidade e da aprendizagem afetiva dos jovens”. Além disso, é a fase preparatória para futuramente se assumir compromissos mais sérios (noivado e casamento). Daí a relevância de se aproveitar este período para se conhecer melhor e para conhecer melhor o outro, com vistas à formação de uma família, essa ideia genial de Deus.

2 – Na geração de hoje, vemos cada vez mais novos os adolescentes começarem a namorar. Qual a explicação para esse aceleramento precoce?

Embora não se possa estabelecer uma idade apropriada para começar a namorar, pois isso depende da maturidade de cada um, realmente o namoro precoce é um fato comprovado, inclusive, por meio de pesquisas.

No que se refere às possíveis causas para esse fenômeno, podemos destacar a influência da mídia, principalmente, a televisão, que trabalha com imagem e som, levando em conta que “uma imagem fala mais que mil palavras”. A esse respeito, o Espírito Joanna de Ângelis aborda que “a sua influência na formação e na estruturação da personalidade, da identidade do jovem é relevante nestes dias de comunicação rápida”. Assim, o adolescente é estimulado a iniciar um namoro sem a devida preparação psicológica, emocional, física e espiritual, apenas por observar este tipo de situação na novela, no filme, etc., em que tudo costuma parecer sempre bom e prazeroso, terminando bem. E, em outros casos, ele é levado a banalizar, desvalorizar o namoro, achando que é coisa do passado, arriscando em aventurar-se em relacionamentos superficiais, levianos e inconsequentes, com “ficante”, “pegue-te”, “namorix”, entre outros termos.

A companheira Alcione Koritzky aponta, ainda, a falta de orientação familiar como fator, até mesmo, de iniciação precoce de vida sexual. A falta de diálogo entre pais e filhos abafa dúvidas e nutre medos, mesclados à intensa vontade de descobrir por que na mídia se divulga que beijar na boca, namorar, ter relação sexual é “bom”. Então, muitos dos adolescentes fazem tudo às escondidas, o que acarreta mais consequências, tanto físicas quanto morais.

3 – Como ocorre a troca de vibrações de um beijo?

Precisamos entender que o beijo é muito mais que “um roçar de lábios e badalar de línguas”. Kardec comenta, em O Livro dos Espíritos, que “o fluido vital se transmite de individuo a outro”. No caso do beijo, ocorre uma troca fluídica, magnética entre o casal, afinal, todos nós possuímos o magnetismo pessoal. Porém, o tipo de fluido a ser trocado dependerá do tipo de pensamento e sentimento nutridos pelos dois. Se esse beijo for uma manifestação de amor sincero, ambos serão envolvidos por uma sensação de alegria e bem-estar.

As vibrações que são trocadas em um beijo podem ser as mesmas de um olhar terno e profundo, de um abraço carinhoso, de um afago, de um cafuné, de uma saudação calorosa, etc.

4 – Sob a ótica espiritual, quais são as consequências dos relacionamentos sem compromisso?

Qualquer relacionamento sem compromisso e respeito ao sentimento alheio resulta na perda da “linha de desenvolvimento normal, passo a passo, corpo e mente”, como ensina o Espírito Joanna de Ângelis.

Atualmente, a juventude tem praticado a moda do “ficar”, ou seja, relacionar-se sem compromisso. No entanto, neste tipo de prática não há respeito por si mesmo, muito menos pelo outro, o qual é visto como uma coisa a ser usada na satisfação de um desejo e, depois, descartada, sem a menor preocupação, inclusive, o termo “’pegar alguém”, cada vez mais comum entre os jovens, reforça esse processo de coisificação do ser.
Podemos citar algumas consequências para os relacionamentos sem compromisso: vazio interior, solidão; sentimentos feridos, fortalecimento do egoísmo, do orgulho e da vaidade; doenças (não só as transmitidas sexualmente, mas também, por um simples beijo); influências negativas (pela sintonia com espíritos levianos)..

“Não faça aos outros o que não gostaria que fosse feito com você”, sábia lição baseada no Evangelho de Jesus, e sobre a qual podemos raciocinar da seguinte forma: se eu me permito entrar no ciclo de ideia do “ficar sem compromisso”, poderá chegar o dia em que gostarei de verdade de alguém, que fará comigo o que um dia eu fiz com o outro, gerando, então, um sofrimento que poderia ser evitado se, desde o princípio, os relacionamentos fossem encarados com mais comprometimento e responsabilidade.

Portanto, sigamos a recomendação do espírito André Luiz, quando nos diz: “Jamais brinque com os sentimentos do próximo”, pois como nos alerta o Espírito Emmanuel: “(...) não se danificarão os sentimentos alheios sem resultados correspondentes na própria vida”, conforme a Lei de Causa e Efeito.

5 – Os namoros na adolescência são previamente programados no plano espiritual?

Em O Livro dos Espíritos, aprendemos que o Espírito, antes de reencarnar, escolhe o tipo de provas por que passará, através do seu livre-arbítrio. No livro Missionários da Luz, André Luiz nos mostra a preocupação e o cuidado da Espiritualidade Superior em conduzir o processo de reencarnação dos Espíritos, para que estes tenham êxito em seus propósitos evolutivos.

Portanto, pode ser que um namoro na adolescência faça parte da programação reencarnatória do casal, como resultado de possíveis compromissos assumidos em existências passadas ou pela necessidade de realizações futuras em conjunto.

Ao falar sobre a questão do namoro, o Espírito Emmanuel nos informa que “inteligências que traçaram entre si a realização de empresas afetivas ainda no mundo espiritual (...) diariamente compartilham as emoções de semelhantes encontros em todos os lugares da Terra”.

Entretanto, isso não significa que todos os namoros entre adolescentes tenham sido programados no Plano Espiritual, ainda que venham a ser experiências válidas. Às vezes, no decorrer da existência terrena, o Espírito se desvia do seu planejamento espiritual, pelo uso do seu livre-arbítrio, mudando o curso de sua vida. Daí a importância de se iniciar um namoro com consciência.

Alcione Koritzky nos lembra que a pessoa certa para se casar é aquela com que se assumiu essa responsabilidade antes de reencarnar e, para facilitar essa identificação, é que existe a fase de namoro, servindo para o casal perceber se o outro é a companhia ideal. Por isso, é essencial que nesse período haja diálogo e atividades em comum.

6 – Após anos de relacionamento equilibrado, uma das pessoas envolvidas resolve terminar o namoro por motivos justos. Quais as consequências espirituais para a pessoa que parte, deixando a que fica em estado emocional desajustado?

Será que este relacionamento era mesmo equilibrado? O que se entende por relacionamento equilibrado? O que seriam estes motivos justos?

Cada caso é um caso e precisa ser analisado com muita cautela e discernimento, sempre à luz das Leis de Deus. É preciso ponderar bem antes de se terminar o relacionamento, pois, às vezes, os problemas que surgem acabam por ser passageiros, se encarados com maturidade.

Pessoa alguma é obrigada a gostar da outra e, portanto, um relacionamento não se sustenta sem que haja um amor recíproco verdadeiro. O Espírito Ivan de Albuquerque nos faz o seguinte alerta: “Apercebe-te do nível dos teus sentimentos reais para com o outro, e, se vires que te enganas, não enganes a ninguém e desfaze a tempo a vinculação”. Contudo, seria importante que, antes de iniciar um namoro (fase do flerte ou paquera), a pessoa avaliasse o sentimento que nutre pelo outro, de modo a não brincar com o sentimento alheio. Também precisa analisar o jeito de ser e agir do(a) pretendente, evitando assim, uma futura separação por “incompatibilidade de gênios”.
Com relação às consequências, Emmanuel nos adverte: “(...) não escaparemos das equações infelizes dos compromissos de ordem sentimental, injustamente menosprezados, que resgataremos em tempo hábil, parcela a parcela, pela contabilidade dos princípios de causa e efeito”, pois, segundo André Luiz, “toda pessoa que lesa a outra, nos compromissos do coração, está fatalmente lesando a si própria”. Desse modo, não nos cabe julgar ninguém. Deixemos isso por conta de Deus e da consciência de cada um.

Quanto à pessoa que fica, esta deve manter a fé em Deus, pedindo Sua ajuda através da prece, para ter tranquilidade e forças para superar este momento difícil que, certamente, passará. Além disso, deverá dispor dos recursos que a casa espírita oferece: atendimento fraterno por meio do diálogo, estudo, passe, água fluidificada, serviço no bem, etc. Se for o caso, poderá também buscar o apoio de uma terapia psicológica, que a auxiliará a lidar melhor com as suas próprias emoções, temporariamente desajustadas. Esta pessoa deve, ainda, refletir sobre a seguinte afirmação de Victor Hugo: “Todo mal é um bem que não compreendemos”, ou seja, talvez se o relacionamento prosseguisse, poderiam surgir maiores problemas no futuro e, estando a pessoa livre do compromisso, terá a possibilidade de viver uma nova relação mais enriquecedora e feliz.

7 – Se um namoro, nesta encarnação, não tiver dado certo, pode, na próxima, o casal continuar o que foi interrompido?

E o que seria este não dar certo? É importante refletir sobre os motivos que levaram ao término do namoro, até para servir como experiência para futuros relacionamentos.

Allan Kardec, ao comentar sobre a justiça de Deus para com os Espíritos, afirma: “Sua justiça (...) lhes concede realizar, em novas experiências, o que não puderam fazer ou concluir numa primeira prova”.

Portanto, continuar o namoro interrompido em outra reencarnação é até possível. Porém, vai depender do que motivou o namoro, da programação reencarnatória de ambos, bem como suas necessidades evolutivas, provacionais ou expiatórias.

8 – Como é o namoro no plano espiritual?

Na questão 297 de O Livro dos Espíritos, os Espíritos Superiores informam a Allan Kardec que a afeição mútua entre duas pessoas na Terra continua a existir no mundo espiritual, quando originada de uma simpatia verdadeira. Caso contrário, desaparece com a causa desta união (interesse material, atração física, poder, impulso sexual, etc.) após a desencarnação.

Sabemos que o mundo material é uma pálida cópia do mundo espiritual, sendo um o prosseguimento do outro. Ao desencarnarmos, conservamos muitas das nossas ideias, hábitos, valores e sentimentos, os quais vão se aprimorando à medida que a nossa visão da realidade da vida espiritual se amplia. Desse modo, o namoro, noivado ou casamento no plano espiritual pode igualmente continuar existindo, com base em ligações afetivas previamente estabelecidas, já que “não tem por finalidade a satisfação das necessidades ainda egoístas do coração humano”.

Encontramos na obra do Espírito André Luiz, a narração da continuidade de diversos amores espirituais. Como exemplo, podemos citar a obra Nosso Lar, na passagem em que Lísias fala sobre sua noiva com André Luiz e afirma: “Vive o amor sublime no corpo mortal, ou na alma eterna? (...) O noivado é muito mais belo na Espiritualidade. Não existem véus de ilusão a obscurecer-nos o olhar. Somos o que somos”. No diálogo, André pergunta se Lísias e Lascínia têm planos para uma nova existência terrena, no que ele responde: “Lascínia e eu fundaremos aqui, dentro em breve, nossa casinha de felicidade, crendo que voltaremos à Terra precisamente daqui a uns trinta anos”. Neste mesmo capítulo de Nosso Lar, André Luiz conhece o Campo da Música, local muito apreciado pelos casais enamorados, o que também é mostrado no filme homônimo.

Assim, o namoro no mundo espiritual tem por objetivo fortalecer os laços de afeto, para que, juntos, o casal possa estabelecer metas evolutivas a nortearem a sua programação reencarnatória.




9 – Os Guias Espirituais exercem que papel durante o namoro?

De acordo com O Livro dos Espíritos e o Evangelho segundo o Espiritismo, todos temos um Espírito bom ligado a nós desde o nascimento, cuja missão é nos proteger, como um pai faz com seu filho, procurando nos guiar pelo caminho do bem, nos aconselhando, nos consolando e nos reanimando diante das provas da vida, sugerindo-nos bons pensamentos. Entretanto, este se afasta de nós, caso encontre resistência de nossa parte em seguir seus conselhos, quando atendemos mais às influências dos Espíritos inferiores. Porém, quando nós o chamamos novamente, ele volta a nos auxiliar.

Em relação ao namoro, esta proteção não seria diferente. Mas, para isso, é preciso que se esteja sintonizado com o Guia Espiritual através do pensamento elevado e da oração, de forma a estar-se mais receptivo às intuições e orientações. E, tendo em vista que o namoro é a preparação para um futuro casamento, estando este realmente na programação reencarnatória do casal, decerto que os Guias Espirituais oferecerão toda a ajuda possível para que a união se concretize. É importante ressaltar que, para haver esta proteção espiritual, o casal precisa manter um relacionamento baseado no amor verdadeiro, com equilíbrio, disciplina e responsabilidade.

10 – Como os Espíritos menos felizes podem interferir em um namoro? Quais as precauções que o casal deve tomar para se imunizar dessas influências?

Os Espíritos menos felizes podem interferir em um namoro, como podem interferir em qualquer outro tipo de relacionamento ou situação. Já ensinam os Espíritos Superiores, em O Livro dos Espíritos, que os Espíritos influenciam em nossos pensamentos e atos muito mais do que imaginamos, a tal ponto que, normalmente, são eles que nos dirigem.

O Espírito Joanna de Ângelis, ao tratar sobre o adolescente e o namoro, lembra que, nessa fase, despertam no jovem suas faculdades mediúnicas, favorecendo a aproximação de antigos comparsas ou de adversários espirituais que, aproveitando-se da ebulição hormonal que caracteriza a adolescência, dão início a processos obsessivos, principalmente na área sexual. Também há casos, conforme cita o Espírito Emmanuel, em que o Espírito, querendo reencarnar a todo custo, estimula os impulsos sexuais do casal de namorados, com vistas a uma possível gravidez, muitas vezes precoce, aproveitando-se da invigilância deles. Além disso, fatores como ciúme, possessividade, desconfiança, paixão descontrolada, discussões e brigas podem vir a ser brechas para que os Espíritos inferiores tenham campo propício de atuação sobre o casal.

Mediante tudo isso, o casal enamorado precisa tomar alguns cuidados. Primeiramente, manter a vigilância de seus pensamentos, sentimentos e atitudes, buscando, sobretudo através da oração, uma sintonia espiritual elevada. Ainda, Umberto Ferreira sugere que o namoro seja conduzido com mais romantismo e menos sensibilidade, evitando-se caricias mais íntimas pois acabam estimulando o desejo sexual, podendo descambar para uma relação sexual precoce. No caso de o casal já manter relações sexuais, vale lembrar a recomendação de Alcione Koritzky quanto à inconveniência de se frequentar motéis, por serem ambientes carregados de energias psíquicas perturbadoras, mantidas não apenas por muitos dos seus frequentadores, mas também por Espíritos que vivem nesses locais e participam das relações sexuais que lá ocorrem, muitas vezes intensificando o apetite sexual do casal, de modo a “se alimentarem” dessas mesmas energias, o que pode ser o início de um processo obsessivo.,

Considerações finais

Queridos jovens, a fase de namoro é bela e maravilhosa, desde que seja bem vivida e bem aproveitada, no sentido de crescimento pessoal, social, emocional e espiritual. A juventude atual, muitas vezes, tem confundido amor e paixão, o que pode gerar uma série de atitudes equivocadas, normalmente seguidas de amargo arrependimento.

“Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém” e “Na dúvida, abstém-te” são duas grandiosas lições de Paulo de Tarso, que valem até os dias de hoje e valerão além. No caso de namoro, também devem ser empregadas e servem como freios, para que se possa parar e analisar as situações, mantendo sempre em harmonia a emoção e a razão, a fim de se seguir em frente, rumo à felicidade, ainda que relativa.

Aliás, o Mestre Jesus sempre nos convida a vivermos em equilíbrio, usando o bom senso e entendendo que Ele é o “Caminho, a Verdade e a Vida” que nos levará ao Pai. Portanto, Jovem Espírita Cristão, Jesus deve ser o seu Guia e Modelo, e Kardec a sua base fundamental, como sublimes diretrizes para uma vida mais plena e mais feliz.

Não tenham medo ou vergonha de perguntarem a um casal que tenha 30, 40, 50 anos de união, o que os mantém juntos por tanto tempo,. Vocês irão se surpreender e se emocionar com os seus depoimentos! As suas narrativas poderão servir-lhes como exemplos de vida, a lhes inspirarem em seus relacionamentos afetivos atuais ou futuros.

Juventude é sinônimo de vitalidade, porém, tomem cuidado para não desperdiçarem energias que seriam necessárias, na sua fase mais madura, em futilidade ou aventuras afetivas. As energias devem ser canalizadas para o bem, como em atividades espíritas, estudos, artes, esportes, sono e alimentação ponderados, relacionamentos sinceros e equilibrados, pensamento voltado para Deus, prece e meditação. Assim, estarão sempre garantindo o bem-estar físico e moral, bem como o amparo dos bons Espíritos.

“Ficar” com alguém de quem se gosta é válido, quando se tem por finalidade conhecer um pouco mais o outro, a fim de se poder avaliar a extensão dos próprios sentimentos, antes de se partir para um namoro. Contudo, “ficar por ficar”, sem qualquer intenção de um compromisso futuro, apenas para satisfazer caprichos egoísticos da vaidade ou na busca do prazer pelo prazer, é um lamentável equívoco, que tende a trazer prejuízos emocionais, morais e espirituais para quem o comete, seja no presente ou no futuro.

Namorar quem se ama é muito bom: conversar, passear, abraçar, acariciar, beijar! Todavia, o namoro cristianizado precisa ser vivido a três – o namorado, a namorada e Jesus, pois somente assim valerá a pena e deixará maravilhosas recordações! Portanto, se namorar já é bom, namorar sob as bênçãos de Jesus será muito melhor!

Livro : O Jovem Espírita quer saber
Autor do capítulo: Alexandre Machado e Erika Ferraz Ueoka

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

PAI NOSSO - EMMANUEL



PAI NOSSO - EMMANUEL (psicografia de Chico Xavier)

Nosso Pai, que estás em toda parte;
Santificado seja o teu nome,
no louvor de todas as criaturas;
Venha a nós o teu reino de amor e sabedoria;
Seja feita a tua vontade, acima dos nossos desejos;
Tanto na terra, quanto nos círculos espirituais;
O pão nosso do corpo da mente dá-nos hoje;
Perdoa as nossas dívidas,
ensinando-nos a perdoar nossos
devedores com esquecimento de todo mal;
Não permitas que venhamos a cair sob os golpes
da tentação de nossa própria inferioridade;
Livrai-nos do mal que ainda reside em nós mesmos;
Porque só em ti brilha a luz eterna do reino e do poder,
da glória e da paz, da justiça e do amor para sempre!
Assim Seja !