NAMORO
1 – O que é
o namoro? Sob a ótica espírita, esta etapa da vida ganha maior importância?
O namoro é uma fase de encantamento em que
descobrimos, em nós mesmos e no outro, motivos para uma energia efetiva que vai
além da amizade. Pesquisando no site do CVDEE (Centro Virtual de Divulgação e
Estudo do Espiritismo), encontramos a citação de três componentes fundamentais
no namoro: apaixonamento (gostar de verdade); intimidade (conhecer
profundamente o outro) e compromisso (comprometimento com o outro).
O Espírito Joanna de Ângelis nos mostra a
importância do namoro, ao dizer que ele é “uma necessidade psicológica, parte
importante do desenvolvimento da personalidade e da aprendizagem afetiva dos
jovens”. Além disso, é a fase preparatória para futuramente se assumir
compromissos mais sérios (noivado e casamento). Daí a relevância de se
aproveitar este período para se conhecer melhor e para conhecer melhor o outro,
com vistas à formação de uma família, essa ideia genial de Deus.
2 – Na
geração de hoje, vemos cada vez mais novos os adolescentes começarem a namorar.
Qual a explicação para esse aceleramento precoce?
Embora não se possa estabelecer uma idade
apropriada para começar a namorar, pois isso depende da maturidade de cada um,
realmente o namoro precoce é um fato comprovado, inclusive, por meio de
pesquisas.
No que se refere às possíveis causas para esse
fenômeno, podemos destacar a influência da mídia, principalmente, a televisão,
que trabalha com imagem e som, levando em conta que “uma imagem fala mais que
mil palavras”. A esse respeito, o Espírito Joanna de Ângelis aborda que “a sua
influência na formação e na estruturação
da personalidade, da identidade do jovem é relevante nestes dias de comunicação
rápida”. Assim, o adolescente é estimulado a iniciar um namoro sem a devida
preparação psicológica, emocional, física e espiritual, apenas por observar
este tipo de situação na novela, no filme, etc., em que tudo costuma parecer
sempre bom e prazeroso, terminando bem. E, em outros casos, ele é levado a
banalizar, desvalorizar o namoro, achando que é coisa do passado, arriscando em
aventurar-se em relacionamentos superficiais, levianos e inconsequentes, com
“ficante”, “pegue-te”, “namorix”, entre outros termos.
A companheira Alcione Koritzky aponta, ainda, a
falta de orientação familiar como fator, até mesmo, de iniciação precoce de
vida sexual. A falta de diálogo entre pais e filhos abafa dúvidas e nutre
medos, mesclados à intensa vontade de descobrir por que na mídia se divulga que
beijar na boca, namorar, ter relação sexual é “bom”. Então, muitos dos
adolescentes fazem tudo às escondidas, o que acarreta mais consequências, tanto
físicas quanto morais.
3 – Como
ocorre a troca de vibrações de um beijo?
Precisamos entender que o beijo é muito mais que
“um roçar de lábios e badalar de línguas”. Kardec comenta, em O Livro dos Espíritos, que “o fluido
vital se transmite de individuo a outro”. No caso do beijo, ocorre uma troca
fluídica, magnética entre o casal, afinal, todos nós possuímos o magnetismo pessoal.
Porém, o tipo de fluido a ser trocado dependerá do tipo de pensamento e
sentimento nutridos pelos dois. Se esse beijo for uma manifestação de amor
sincero, ambos serão envolvidos por uma sensação de alegria e bem-estar.
As vibrações que são trocadas em um beijo podem ser
as mesmas de um olhar terno e profundo, de um abraço carinhoso, de um afago, de
um cafuné, de uma saudação calorosa, etc.
4 – Sob a
ótica espiritual, quais são as consequências dos relacionamentos sem
compromisso?
Qualquer relacionamento sem compromisso e respeito
ao sentimento alheio resulta na perda da “linha de desenvolvimento normal,
passo a passo, corpo e mente”, como ensina o Espírito Joanna de Ângelis.
Atualmente, a juventude tem praticado a moda do
“ficar”, ou seja, relacionar-se sem compromisso. No entanto, neste tipo de
prática não há respeito por si mesmo, muito menos pelo outro, o qual é visto
como uma coisa a ser usada na satisfação de um desejo e, depois, descartada,
sem a menor preocupação, inclusive, o termo “’pegar alguém”, cada vez mais
comum entre os jovens, reforça esse processo de coisificação do ser.
Podemos citar algumas consequências para os
relacionamentos sem compromisso: vazio interior, solidão; sentimentos feridos,
fortalecimento do egoísmo, do orgulho e da vaidade; doenças (não só as
transmitidas sexualmente, mas também, por um simples beijo); influências
negativas (pela sintonia com espíritos levianos)..
“Não faça aos outros o que não gostaria que fosse
feito com você”, sábia lição baseada no Evangelho de Jesus, e sobre a qual
podemos raciocinar da seguinte forma: se eu me permito entrar no ciclo de ideia
do “ficar sem compromisso”, poderá chegar o dia em que gostarei de verdade de
alguém, que fará comigo o que um dia eu fiz com o outro, gerando, então, um
sofrimento que poderia ser evitado se, desde o princípio, os relacionamentos
fossem encarados com mais comprometimento e responsabilidade.
Portanto, sigamos a recomendação do espírito André
Luiz, quando nos diz: “Jamais brinque com os sentimentos do próximo”, pois como
nos alerta o Espírito Emmanuel: “(...) não se danificarão os sentimentos
alheios sem resultados correspondentes na própria vida”, conforme a Lei de
Causa e Efeito.
5 – Os
namoros na adolescência são previamente programados no plano espiritual?
Em O Livro
dos Espíritos, aprendemos que o Espírito, antes de reencarnar, escolhe o
tipo de provas por que passará, através do seu livre-arbítrio. No livro Missionários da Luz, André Luiz nos
mostra a preocupação e o cuidado da Espiritualidade Superior em conduzir o
processo de reencarnação dos Espíritos, para que estes tenham êxito em seus
propósitos evolutivos.
Portanto, pode ser que um namoro na adolescência
faça parte da programação reencarnatória do casal, como resultado de possíveis
compromissos assumidos em existências passadas ou pela necessidade de
realizações futuras em conjunto.
Ao falar sobre a questão do namoro, o Espírito
Emmanuel nos informa que “inteligências que traçaram entre si a realização de
empresas afetivas ainda no mundo espiritual (...) diariamente compartilham as
emoções de semelhantes encontros em todos os lugares da Terra”.
Entretanto, isso não significa que todos os namoros
entre adolescentes tenham sido programados no Plano Espiritual, ainda que
venham a ser experiências válidas. Às vezes, no decorrer da existência terrena,
o Espírito se desvia do seu planejamento espiritual, pelo uso do seu
livre-arbítrio, mudando o curso de sua vida. Daí a importância de se iniciar um
namoro com consciência.
Alcione Koritzky nos lembra que a pessoa certa para
se casar é aquela com que se assumiu essa responsabilidade antes de reencarnar
e, para facilitar essa identificação, é que existe a fase de namoro, servindo
para o casal perceber se o outro é a companhia ideal. Por isso, é essencial que
nesse período haja diálogo e atividades em comum.
6 – Após
anos de relacionamento equilibrado, uma das pessoas envolvidas resolve terminar
o namoro por motivos justos. Quais as consequências espirituais para a pessoa
que parte, deixando a que fica em estado emocional desajustado?
Será que este relacionamento era mesmo equilibrado?
O que se entende por relacionamento equilibrado? O que seriam estes motivos
justos?
Cada caso é um caso e precisa ser analisado com
muita cautela e discernimento, sempre à luz das Leis de Deus. É preciso
ponderar bem antes de se terminar o relacionamento, pois, às vezes, os
problemas que surgem acabam por ser passageiros, se encarados com maturidade.
Pessoa alguma é obrigada a gostar da outra e,
portanto, um relacionamento não se sustenta sem que haja um amor recíproco
verdadeiro. O Espírito Ivan de Albuquerque nos faz o seguinte alerta:
“Apercebe-te do nível dos teus sentimentos reais para com o outro, e, se vires
que te enganas, não enganes a ninguém e desfaze a tempo a vinculação”. Contudo,
seria importante que, antes de iniciar um namoro (fase do flerte ou paquera), a
pessoa avaliasse o sentimento que nutre pelo outro, de modo a não brincar com o
sentimento alheio. Também precisa analisar o jeito de ser e agir do(a) pretendente,
evitando assim, uma futura separação por “incompatibilidade de gênios”.
Com relação às consequências, Emmanuel nos adverte:
“(...) não escaparemos das equações infelizes dos compromissos de ordem
sentimental, injustamente menosprezados, que resgataremos em tempo hábil,
parcela a parcela, pela contabilidade dos princípios de causa e efeito”, pois,
segundo André Luiz, “toda pessoa que lesa a outra, nos compromissos do coração,
está fatalmente lesando a si própria”. Desse modo, não nos cabe julgar ninguém.
Deixemos isso por conta de Deus e da consciência de cada um.
Quanto à pessoa que fica, esta deve manter a fé em
Deus, pedindo Sua ajuda através da prece, para ter tranquilidade e forças para
superar este momento difícil que, certamente, passará. Além disso, deverá
dispor dos recursos que a casa espírita oferece: atendimento fraterno por meio
do diálogo, estudo, passe, água fluidificada, serviço no bem, etc. Se for o
caso, poderá também buscar o apoio de uma terapia psicológica, que a auxiliará
a lidar melhor com as suas próprias emoções, temporariamente desajustadas. Esta
pessoa deve, ainda, refletir sobre a seguinte afirmação de Victor Hugo: “Todo
mal é um bem que não compreendemos”, ou seja, talvez se o relacionamento
prosseguisse, poderiam surgir maiores problemas no futuro e, estando a pessoa
livre do compromisso, terá a possibilidade de viver uma nova relação mais
enriquecedora e feliz.
7 – Se um
namoro, nesta encarnação, não tiver dado certo, pode, na próxima, o casal
continuar o que foi interrompido?
E o que seria este não dar certo? É importante
refletir sobre os motivos que levaram ao término do namoro, até para servir
como experiência para futuros relacionamentos.
Allan Kardec, ao comentar sobre a justiça de Deus
para com os Espíritos, afirma: “Sua justiça (...) lhes concede realizar, em
novas experiências, o que não puderam fazer ou concluir numa primeira prova”.
Portanto, continuar o namoro interrompido em outra
reencarnação é até possível. Porém, vai depender do que motivou o namoro, da
programação reencarnatória de ambos, bem como suas necessidades evolutivas,
provacionais ou expiatórias.
8 – Como é o
namoro no plano espiritual?
Na questão 297 de O Livro dos Espíritos, os Espíritos Superiores informam a Allan
Kardec que a afeição mútua entre duas pessoas na Terra continua a existir no
mundo espiritual, quando originada de uma simpatia verdadeira. Caso contrário,
desaparece com a causa desta união (interesse material, atração física, poder,
impulso sexual, etc.) após a desencarnação.
Sabemos que o mundo material é uma pálida cópia do
mundo espiritual, sendo um o prosseguimento do outro. Ao desencarnarmos,
conservamos muitas das nossas ideias, hábitos, valores e sentimentos, os quais vão
se aprimorando à medida que a nossa visão da realidade da vida espiritual se
amplia. Desse modo, o namoro, noivado ou casamento no plano espiritual pode
igualmente continuar existindo, com base em ligações afetivas previamente
estabelecidas, já que “não tem por finalidade a satisfação das necessidades
ainda egoístas do coração humano”.
Encontramos na obra do Espírito André Luiz, a
narração da continuidade de diversos amores espirituais. Como exemplo, podemos
citar a obra Nosso Lar, na passagem
em que Lísias fala sobre sua noiva com André Luiz e afirma: “Vive o amor
sublime no corpo mortal, ou na alma eterna? (...) O noivado é muito mais belo
na Espiritualidade. Não existem véus de ilusão a obscurecer-nos o olhar. Somos
o que somos”. No diálogo, André pergunta se Lísias e Lascínia têm planos para
uma nova existência terrena, no que ele responde: “Lascínia e eu fundaremos
aqui, dentro em breve, nossa casinha de felicidade, crendo que voltaremos à
Terra precisamente daqui a uns trinta anos”. Neste mesmo capítulo de Nosso Lar, André Luiz conhece o Campo da
Música, local muito apreciado pelos casais enamorados, o que também é mostrado
no filme homônimo.
Assim, o namoro no mundo espiritual tem por
objetivo fortalecer os laços de afeto, para que, juntos, o casal possa
estabelecer metas evolutivas a nortearem a sua programação reencarnatória.
9 – Os Guias
Espirituais exercem que papel durante o namoro?
De acordo com O
Livro dos Espíritos e o Evangelho
segundo o Espiritismo, todos temos um Espírito bom ligado a nós desde o
nascimento, cuja missão é nos proteger, como um pai faz com seu filho,
procurando nos guiar pelo caminho do bem, nos aconselhando, nos consolando e
nos reanimando diante das provas da vida, sugerindo-nos bons pensamentos.
Entretanto, este se afasta de nós, caso encontre resistência de nossa parte em
seguir seus conselhos, quando atendemos mais às influências dos Espíritos
inferiores. Porém, quando nós o chamamos novamente, ele volta a nos auxiliar.
Em relação ao namoro, esta proteção não seria
diferente. Mas, para isso, é preciso que se esteja sintonizado com o Guia
Espiritual através do pensamento elevado e da oração, de forma a estar-se mais
receptivo às intuições e orientações. E, tendo em vista que o namoro é a
preparação para um futuro casamento, estando este realmente na programação reencarnatória
do casal, decerto que os Guias Espirituais oferecerão toda a ajuda possível
para que a união se concretize. É importante ressaltar que, para haver esta
proteção espiritual, o casal precisa manter um relacionamento baseado no amor
verdadeiro, com equilíbrio, disciplina e responsabilidade.
10 – Como os
Espíritos menos felizes podem interferir em um namoro? Quais as precauções que
o casal deve tomar para se imunizar dessas influências?
Os Espíritos menos felizes podem interferir em um
namoro, como podem interferir em qualquer outro tipo de relacionamento ou
situação. Já ensinam os Espíritos Superiores, em O Livro dos Espíritos, que os Espíritos influenciam em nossos
pensamentos e atos muito mais do que imaginamos, a tal ponto que, normalmente,
são eles que nos dirigem.
O Espírito Joanna de Ângelis, ao tratar sobre o
adolescente e o namoro, lembra que, nessa fase, despertam no jovem suas
faculdades mediúnicas, favorecendo a aproximação de antigos comparsas ou de
adversários espirituais que, aproveitando-se da ebulição hormonal que
caracteriza a adolescência, dão início a processos obsessivos, principalmente
na área sexual. Também há casos, conforme cita o Espírito Emmanuel, em que o
Espírito, querendo reencarnar a todo custo, estimula os impulsos sexuais do
casal de namorados, com vistas a uma possível gravidez, muitas vezes precoce,
aproveitando-se da invigilância deles. Além disso, fatores como ciúme,
possessividade, desconfiança, paixão descontrolada, discussões e brigas podem
vir a ser brechas para que os Espíritos inferiores tenham campo propício de
atuação sobre o casal.
Mediante tudo isso, o casal enamorado precisa tomar
alguns cuidados. Primeiramente, manter a vigilância de seus pensamentos,
sentimentos e atitudes, buscando, sobretudo através da oração, uma sintonia
espiritual elevada. Ainda, Umberto Ferreira sugere que o namoro seja conduzido
com mais romantismo e menos sensibilidade, evitando-se caricias mais íntimas
pois acabam estimulando o desejo sexual, podendo descambar para uma relação
sexual precoce. No caso de o casal já manter relações sexuais, vale lembrar a
recomendação de Alcione Koritzky quanto à inconveniência de se frequentar
motéis, por serem ambientes carregados de energias psíquicas perturbadoras,
mantidas não apenas por muitos dos seus frequentadores, mas também por
Espíritos que vivem nesses locais e participam das relações sexuais que lá
ocorrem, muitas vezes intensificando o apetite sexual do casal, de modo a “se
alimentarem” dessas mesmas energias, o que pode ser o início de um processo
obsessivo.,
Considerações
finais
Queridos jovens, a fase de namoro é bela e
maravilhosa, desde que seja bem vivida e bem aproveitada, no sentido de
crescimento pessoal, social, emocional e espiritual. A juventude atual, muitas
vezes, tem confundido amor e paixão, o que pode gerar uma série de atitudes
equivocadas, normalmente seguidas de amargo arrependimento.
“Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém” e “Na
dúvida, abstém-te” são duas grandiosas lições de Paulo de Tarso, que valem até
os dias de hoje e valerão além. No caso de namoro, também devem ser empregadas
e servem como freios, para que se possa parar e analisar as situações, mantendo
sempre em harmonia a emoção e a razão, a fim de se seguir em frente, rumo à
felicidade, ainda que relativa.
Aliás, o Mestre Jesus sempre nos convida a vivermos
em equilíbrio, usando o bom senso e entendendo que Ele é o “Caminho, a Verdade
e a Vida” que nos levará ao Pai. Portanto, Jovem Espírita Cristão, Jesus deve
ser o seu Guia e Modelo, e Kardec a sua base fundamental, como sublimes
diretrizes para uma vida mais plena e mais feliz.
Não tenham medo ou vergonha de perguntarem a um
casal que tenha 30, 40, 50 anos de união, o que os mantém juntos por tanto
tempo,. Vocês irão se surpreender e se emocionar com os seus depoimentos! As
suas narrativas poderão servir-lhes como exemplos de vida, a lhes inspirarem em
seus relacionamentos afetivos atuais ou futuros.
Juventude é sinônimo de vitalidade, porém, tomem
cuidado para não desperdiçarem energias que seriam necessárias, na sua fase
mais madura, em futilidade ou aventuras afetivas. As energias devem ser
canalizadas para o bem, como em atividades espíritas, estudos, artes, esportes,
sono e alimentação ponderados, relacionamentos sinceros e equilibrados,
pensamento voltado para Deus, prece e meditação. Assim, estarão sempre
garantindo o bem-estar físico e moral, bem como o amparo dos bons Espíritos.
“Ficar” com alguém de quem se gosta é válido,
quando se tem por finalidade conhecer um pouco mais o outro, a fim de se poder
avaliar a extensão dos próprios sentimentos, antes de se partir para um namoro.
Contudo, “ficar por ficar”, sem qualquer intenção de um compromisso futuro,
apenas para satisfazer caprichos egoísticos da vaidade ou na busca do prazer pelo
prazer, é um lamentável equívoco, que tende a trazer prejuízos emocionais,
morais e espirituais para quem o comete, seja no presente ou no futuro.
Namorar quem se ama é muito bom: conversar,
passear, abraçar, acariciar, beijar! Todavia, o namoro cristianizado precisa
ser vivido a três – o namorado, a namorada e Jesus, pois somente assim valerá a
pena e deixará maravilhosas recordações! Portanto, se namorar já é bom, namorar
sob as bênçãos de Jesus será muito melhor!
Livro : O
Jovem Espírita quer saber
Autor do
capítulo: Alexandre Machado e Erika Ferraz Ueoka
Cara Lucia. Sou adolescente ainda e estou tendo um relacionamento com uma menina que é tudo pra mim. Nós nos vemos todo sábado na oficina de estudos da arte espírita. O problema é que os pais dela estão frequentando a oficina dela e impedem dela conversar comigo. Eles querem proteger ela, mas acabam isolando ela de todo mundo também. Não quero que tudo vá por água à baixo. Me deem uma orientação, pelo amor de Deus!
ResponderExcluirEu acho que seria uma boa ideia, você conversar abertamente com os pais dela mostrando as suas sinceras intenções. Talvez dessa forma, haja um relação mais tranquila não só com ela, mas você com os pais dela.
ExcluirEu gosto de uma pessoa, mas ele nao quer compromisso nenhum comigo, ele e espirita e eu não. Sera que seria algo espiritual mais elevado? Ou seria simplesmente o querer dele
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ResponderExcluirPandora15 de maio de 2017 07:36
Acredito que ele não seja um espírita de verdade,e sim só no nome, pois o verdadeiro espírita, tudo que faz é com responsabilidade. não querer compromisso não vem de Deus. Algo espiritual mais levado pode ser o seu sentimento, nunca a atitude dele, pelo contrário. Ore para Deus lhe iluminar e tocar o coração dele. Deus lhe abençoe.
Este comentário foi removido pelo autor.
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